segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Realismo Socialista - Parte IV

6. A Espanha sob a bolchevização comunista: ensaio de uma loucura coletiva.
A queda da monarquia espanhola, em 1931, e a proclamação da segunda república abriu portas para o totalitarismo comunista, que mais dia, menos dia, ameaçou destruir o povo espanhol. A Espanha foi testemunha de atos de vandalismo, terror, assassinatos e crueldade ilimitada, nas mãos dos comunistas espanhóis. A instituição mais vítima deste terror foi a Igreja Católica. Milhares de templos de valor histórico inestimável, bibliotecas, obras de artes, foram destruídos. O anticlericalismo, tão violento quanto na Rússia soviética, foi sentido à flor da pele: milhares de padres, freiras e bispos assassinados, túmulos de eclesiásticos violados e as propriedades, inclusive as igrejas, confiscadas pelo Estado. Era apenas um ensaio da loucura coletiva e da guerra civil.




Cenas alusivas das atrocidades comunistas na guerra civil espanhola. No primeiro vídeo, a música tocada é "a las barricadas", cantadas pelos comunistas e anarquistas nos campos de batalha. E a segunda música é o Requiem de Mozart. Imperdíveis!


Vídeo alusivo aos assassinatos em massa de católicos, praticados pelos comunistas na Espanha.




Incêndio criminoso de um colégio católico, praticado por radicais de extrema-esquerda, 1931.



Uma religiosa ferida sendo socorrida por populares, 1931.

Vandalismo comunista na Capela de São José, Madrid, 1931.

Vandalismo no Colégio Chamartín, praticado por radicais de extrema-esquerda, 1931.


Um soldado da Guarda Civil assassinado por extremistas de esquerda, 1931.




Rebelião comunista nas Astúrias, 1934: a extrema-esquerda tenta derrubar a república pelas armas, mas é derrotada e seus correligionários são presos pelas tropas do exército. São ouvidos vários casos de execuções sumárias, estupros, prisões arbitrárias e vandalismo em igrejas feitas pelos revolucionários. É o prenúncio para a radicalização ideológica e a guerra civil.


A esquerda espanhola entrega a Espanha para os soviéticos: Jdanov, Stalin e Voroshilov, no portal de Alcalá, 1936.


Stalin, o novo ditador da Espanha, 1937.




Fotos de Calvo Sotelo, líder conservador espanhol de oposição no parlamento, assassinado pelos comunistas, no dia 13 de julho de 1936, dias antes da sublevação do exército espanhol no Marrocos e do ínicio da guerra civil.


Bandos armados milicianos saqueiam objetos da Igreja. . .


Uma igreja destruída pelos comunistas, Espanha, 1936.

Túmulos de eclesiásticos profanados em uma Igreja espanhola, 1936: detalhe para o assoalho da igreja destruído.




Profanação de túmulos: Cadáveres de padres e freitas expostos à execração pública, pelos comunistas, Espanha, 1936.

Espanha. 1936: O sujeito parece debochar do cadáver da freira. . .


Padres salesianos assassinados pelos comunistas, 1936.

Um eclesiástico, executado em 1º de setembro de 1936.


Grupos paramilitares comunistas fazem tiro ao alvo na estátua do Sagrado Coração de Jesus, 1936.


Grupos paramilitares comunistas dominando as ruas da Espanha, 1936.



Cemitério de Paracuellos de Jarama: neste local jazem mais de 2 mil pessoas fuziladas pelos comunistas espanhóis, em agosto e setembro de 1936.


Um cadáver de uma vítima em Paracuellos de Jarama, examinado para investigação forense.



Execuções sumárias: cadáveres descobertos pelos nacionalistas revoltosos. As mulheres não foram poupadas de violência sexual.




Tem que ser muito Franco pra combater o comunismo!

3 comentários:

OSWALDO disse...

Sabia da luta espanhola contra o domínio soveético. Os detalhes exibidos em fotos são horripilantes. Sites como este servem como alerta do perigo que nos ronda, cada dia mais presente. Parabéns por seu trabalho.

NEUZA MARIA B DE O ANTUNES disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
NEUZA MARIA B DE O ANTUNES disse...
Este comentário foi removido pelo autor.